Mais de 800 milhões de pessoas não têm acesso a água potável. Pois é... :'( Mas a P&G, em parceria com várias ONGs, distribui gratuitamente em várias regiões do país sachês que purificam água. Com isso, muita gente consegue acesso a água limpa e pura. Neste vídeo, mostramos como esse sachê funciona e fizemos um teste: será que ele funciona com água suja da privada? =O Nós testamos e aprovamos! ;)
Esse blog tem por objetivo trazer conteúdo relacionado ao mundo macro e micro, expondo conceitos de Geografia e Ciências.
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quinta-feira, 9 de maio de 2019
sexta-feira, 3 de maio de 2019
TRATAMENTO DA ÁGUA

Todos nós sabemos que a água é uma substância primordial para a manutenção da vida. Todavia, para que ela seja consumida por nós, é necessário que ela seja potável, isto é, apresente as seguintes características:
- ausência de impurezas;
- presença de sais minerais;
- ausência de micro-organismos;
- presença de flúor.
Um detalhe alarmante é que a água própria para consumo está se tornando um bem cada dia mais escasso. É muito comum vermos nos noticiários que várias regiões não estão tendo mais um fácil acesso a esse valioso recurso. Muitas vezes, as pessoas perguntam-se: por que falta água se temos tantos rios, represas, lagos etc.? A resposta é o baixo nível de consciência das pessoas, de uma forma geral, sobre a questão do desperdício e mau uso da água.
É importante saber também que, na verdade, a água de um rio, lago, represa, por exemplo, não pode ser utilizada por um ser humano para a ingestão (beber) porque pode apresentar diversos tipos de impurezas oriundas de ações humanas inconsequentes (resíduos industriais e esgoto). Assim, boa parte da água está poluída em maior ou menor grau.
Em virtude da poluição presente é que se faz necessário o tratamento da água antes de ela ser consumida pela população. Mas, afinal, você sabe como esse processo é realizado? Neste texto vamos aprender detalhadamente como ocorre o tratamento desse recurso.
O tratamento da água envolve diversas etapas. São elas:
Captação: Inicialmente a água é captada de um rio, lago ou represa, por exemplo, por meio de uma adutora (conjunto de tubos), que traz a água para um tanque na estação de tratamento. Ao chegar à estação de tratamento, a água passa por grandes grades, que impedem que materiais grandes continuem na água, como animais mortos.
Coagulação: A água que está armazenada no tanque recebe a adição de um sal chamado de sulfato de alumínio ou sulfato férrico. Esses compostos formam uma substância gelatinosa que favorece a formação de flocos (junção das impurezas na substância gelatinosa).
Floculação: Nessa etapa, a água é direcionada para outro tanque, onde será adicionado um polímero (se necessário) que favorecerá que os flocos formados na etapa de coagulação juntem-se e formem flocos ainda maiores e mais pesados.
Decantação: Após a floculação, a água é direcionada para um novo tanque, onde ela permanecerá em repouso para que os flocos formados sejam decantados para o fundo do tanque, haja vista que eles são mais densos que a água.
Filtração: após a decantação, a água atravessa um grande filtro formado por areia, carvão ativado e cascalho. Nessa etapa, as impurezas que não aderiram aos flocos ficam retidas no filtro, além de a água sofrer uma desodorização pela presença do carvão ativado.
Fluoretação: Nessa etapa, é adicionada à água uma quantidade de ácido com flúor, o Ácido Fluossilícico (H2SiF6), para auxiliar na redução de cáries na população.
Cloração: Além da adicção de Flúor, o Cloro também é adicionado à água com o objetivo de eliminar os micro-organismos presentes.
Correção do pH ou acidez da água: Nessa etapa, é adicionada à água hidróxido de cálcio para diminuir a acidez do meio.
Armazenamento: Por fim, a água é armazenada em um reservatório e distribuída para as residências.
Fonte: Escola Kids
segunda-feira, 29 de abril de 2019
História da Química
O princípio da Química começa, segundo antropólogos, com o princípio do homem na Terra. A descoberta do fogo teve uma grande importância. Desta maneira, o homem já conseguia cozinhar seus alimentos e obtinha uma fonte de luz para aquecer e se proteger dos animais selvagens.

A cozinha foi então o primeiro laboratório de Química, já que nela eram conservados os alimentos através do cozimento.
Foi na cozinha que os chineses descobriram a pólvora negra, durante o século X, na Dinastia Han. A descoberta foi feita por acidente, já que os alquimistas da época tentavam encontrar o elixir da longa vida.
Elementos
Para o filósofo grego Aristóteles (384a.C. – 322a.C.), as substâncias eram formadas por quatro elementos: terra, fogo, água e ar. Mas ao mesmo tempo, acreditava na existência de uma partícula fundamental, o átomo.

Desde a Antiguidade, alguns elementos já eram conhecidos pelo homem, como o carbono, ferro, enxofre, ouro, prata, cobre, mercúrio, estanho.

Alguns metais conhecidos desde a antiguidade: ouro, mercúrio e ferro
Mais tarde foram descobertos os elementos: arsênio, antimônio, bismuto, zinco, cobalto e fósforo.

A partir do século XVI, foram descobertos a platina, zinco, níquel, nitrogênio, flúor e hidrogênio. Em 1771, Joseph Priestley isolou o oxigênio pela primeira vez. Na mesma época foram descobertos cloro, manganês, molibdênio, telúrio e tunsgtênio.
Mais tarde, descobriram o urânio, zircônio, estrôncio, titânio, crômio. Por volta de 1800, foram descobertos o cério, ródio, paládio, ósmio, irídio e magnésio.

Fitas de magnésio
Humphy Davy descobriu, entre 1807 e 1808, outros tantos elementos, como o sódio, potássio, cálcio, e bário.
Mais tarde, foram descobertos outros elementos como o iodo, lítio, cádmio, selênio, silício, alumínio, bromo, tório, berílio, vanádio.
Mosander, em 1839, descobriu o lantânio. Em 1843, o térbio e o érbio. Através da espectroscopia foram descobertos por Bunsen o césio e o rubídio em 1860.

Bunsen descobriu os elementos césio e rubídio
O tálio e o índio também foram identificados por espectroscopia, assim como o hélio e o boro. Em 1871, o russo Dmitri Mendeleiev previu alguns elementos que iriam completar a tabela periódica. A partir de 1875, alguns químicos comprovaram e existência destes elementos, confirmando o que Mendeleiev havia falado.
Os elementos descobertos foram: gálio, túlio, itérbio, escândio, gadolínio, hólmio, samário.

Dmitri Mendeleiev
Em 1885 e 1886, foram descobertos o praseodímio, neodímio, disprósio e o germânio.
O gás inerte argônio foi descoberto em 1894 por Sir Willian Ramsay e foi classificado como gás nobre. Em 1898, Ramsay isolou também o neônio, criptônio e xenônio.

Gás neônio, usado em letreiros luminosos
Nesta mesma época, o Casal Curie descobria elementos com propriedades radioativas, como o rádio, o polônio e o actínio.

Casal Curie descobriu elementos radioativos
Foram descobertos a seguir por outros químicos o radônio, lutécio, protactínio, háfnio e rênio. Por volta de 1925, quase todos os elementos estáveis da crosta terrestre já estavam inseridos na tabela periódica.
Os elementos sintéticos começaram a ser produzidos. São instáveis. Antes disso, descobriram o tecnécio e o frâncio.
São elementos artificiais: netúnio, plutônio, cúrio, amerício, promécio, berquélio, califórnio, einstênio, férmio, mendelévio, nobélio, laurêncio, ruterfórdio, dúbnio, seabórgio, bório, hássio, meitnério, darmstádio, roentgênio, unúmbio.
Os séculos III a.C. ao século XVI d.C. foram dominados pela Alquimia. A palavra Alquimia vem do árabe e quer dizer AL-Khemy, A Química.
Iniciou-se no século III a.C. na Alexandria, o centro de convergência da época e de recriação das tradições gregas-pitagóricas, platônicas estoicas, egípcias e orientais.
Há três misturas de correntes na Alquimia: a filosofia grega, o misticismo oriental e a tecnologia egípcia.
Na metalurgia, obtiveram seu grande êxito, que foi a produção de papiros e os aparelhos do laboratório. Porém, não obtiveram o seu principal objetivo que era a pedra filosofal e transformar metais em ouro.

Alquimia tinha um caráter místico que veio das ciências ocultas da Mesopotâmia, Pérsia, Caldéia, Egito e Síria. Tinha um ar de lenda e mistério.
Dois mil anos antes da nossa era atual, os babilônios e os egípcios procuravam sintetizar ouro e transformar metais em ouro. Nesta época, era realizada em sigilo porque era considerada uma ciência oculta.
Tinha forte influência com as ciências orientais e os alquimistas passaram a atribuir propriedades sobrenaturais às plantas, letras, pedras, figuras geométricas e aos números que eram usados como amuleto, como o 3, o 4 e o 7.
A Alquimia combinava química, física, astrologia, filosofia, arte, metalurgia, medicina, misticismo e religião.
Os alquimistas usavam fórmulas e recitações mágicas para invocar deuses e demônios favoráveis às operações químicas.

Durante a Idade Média, muitos alquimistas foram acusados de ter pacto com o demônio. Por este motivo, foram presos, excomungados e queimados vivos na fogueira pela Inquisição da Igreja Católica. Até hoje, o uso do enxofre é associado ao demônio.
Muitos dos manuscritos dos alquimistas foram feitos de forma incompreensível para os que não a conheciam. Isto era feito porque os alquimistas queriam mais esconder do que revelar as suas descobertas.
Algumas de suas descobertas são usadas até hoje, como a fabricação de sabão, técnicas como a destilação e descoberta de novos metais e componentes.
As principais finalidades da Alquimia eram:
- transformar metais, como mercúrio e chumbo, em ouro ou prata;
- preparar o elixir da longa vida, uma panaceia que cure todos os males e desenvolva a juventude.
- conseguir transformar o espiritual do alquimista de homem caído em criatura perfeita.
Para os chineses, o seu objetivo era atingir a imortalidade. Acreditavam que o ouro era imortal porque não reagia com quase nada.
Fizeram elixires contendo arsênio, enxofre e mercúrio. Muitos imperadores morreram envenenados pensando estar tomando o elixir da longa vida.
Um dos alquimistas mais significativos foi o francês Nicolás Flamel. Não há confirmação, mas ele deve ter nascido no ano de 1330.

Flamel, provavelmente, teve em suas mãos escritos alquímicos para copiar, mas nunca havia despertado interesse pela Alquimia. Até que um dia, segundo deixou escrito, quando estava profundamente adormecido, lhe apareceu um anjo que sustentava na mão um livro antigo.
Flamel - disse o anjo - olhe bem este livro. Você não será capaz de entendê-lo; nem você nem ninguém. Mas chegará um dia em que você será capaz de ver algo que ninguém verá.
Com este sonho e a influência de alguns alquimistas que foi conhecendo ao passo do tempo, praticou e escreveu muitas obras a respeito de Alquimia e principalmente relatos a respeito de sua busca da pedra filosofal.
O alquimista morreu no dia 22 de março de 1418. Depois, sua casa foi saqueada por caçadores de tesouro e gente que queria encontrar a pedra filosofal ou receitas para a sua preparação.
A lenda conta que Flamel e sua esposa não morreram, porque na sua tumba foram encontradas apenas suas roupas ao invés dos corpos. Dizem que haviam visto os dois, três séculos depois, muito bem de saúde na Índia.A Alquimia envolvia muito mistério e segredos. Na época não era aceita como ciência, era vista como bruxaria.

A pedra filosofal nunca foi encontrada e nem sabemos como transformar metais em ouro.
Mas a Alquimia foi importante para o avanço da Química como ciência, pois até hoje são utilizados métodos de obtenção de alguns elementos e compostos.
Química tradicional: a Química do século XVII ao século XIX
Da metade do século XVII ao meio do século XIX, os cientistas já usavam métodos mais "modernos" de descobertas, testando teorias com seus experimentos.
Uma das grandes controvérsias era o misério da combustão. Dois químicos: Johann Joachim Becher e Georg Ernst Stahl propuseram a teoria do flogisto. Esta teoria dizia que uma "essência" (como dureza ou a cor amarela) deveria escapar durante o processo da combustão.
Ninguém conseguiu provar a teoria do flogisto. O primeiro químico que provou que o oxigênio é essencial à combustão foi Joseph Priestly. O oxigênio e o hidrogênio foram descobertos durante este período.
Foi o químico francês Antoine Lavoisier quem formulou a teoria atualmente aceita sobre a combustão.

Esta era marcou um período onde os cientistas usaram o "método moderno" de testar teorias com experimentos.
Isso originou uma nova era, conhecida como Química Moderna, à qual muitos se referem como Química atômica.
Química moderna
Foi nesta época que a química se desenvoloveu como ciência.
As ideias de Lavoisier deram aos químicos a primeira compreensão sólida sobre a natureza das reações químicas.
Lavoisier impulsionou novos trabalhos, como o de John Dalton sobre a teoria atômica.
O químico italiano Amadeo Avogadro formulou sua própria teoria (A Lei de Avogadro).

Avogadro
Por volta da metade do seculo XIX, já eram conhecidos cerca de 60 elementos. Foi nesta época também que alguns químicos sentiram a necessidade de agrupar os elementos químicos de acordo com suas características.
Newlands, Stanislao Cannizzaro e Chancourtois foram os primeiros a notar que todos os elementos eram parecidos em estrutura.
Mas foi Dmitri Mendeleiev quem classificou os elementos e agrupou-os em uma tabela, que hoje é a conhecida tabela periódica.
O casal Curie e Henri Becquerel foram os descobridores da radioatividade, em meados dos anos 1896. Foi um passo para o estudo das reações nucleares.

Em 1919, Ernest Rutherford descobriu que os elementos podiam ser transmutados. O trabalho de Rutherford estipulou as bases para a interpretação da estrutura atômica.
Pouco depois, outro químico, Niels Bohr, finalizou a teoria atômica.
Estes e outros avanços criaram muitos ramos distintos na química, que incluem a Bioquímica, Química Nuclear, Engenharia Química e Química Orgânica.
Estequiometria
Estequiometria é o cálculo da quantidade das substâncias envolvidas numa reação química.Este é feito com base nas leis das reações e é executado, em geral, com o auxílio das equações químicas correspondentes. Esta palavra, estequiometria, é derivada do grego: stoikheion = elemento, e metron = medida ou medição.
Nas reações químicas, as substâncias reagem entre si originando produtos em proporções específicas. Desse modo, é possível calcular quanto de produto será formado, ou o rendimento da reação. Se quisermos determinado rendimento, podemos também calcular quanto deverá ser utilizado de reagente.
Por meio dos cálculos estequiométricos é possível fazer essas e outras relações específicas. Mas, antes de tudo, precisamos conhecer as proporções existentes entre os elementos que formam as diferentes substâncias. E essas proporções são dadas pelas fórmulas moleculares, percentuais e mínimas ou empíricas.
Além disso, a base dos coeficientes de qualquer reação são as leis ponderais:
- Lei da conservação da massa– Num sistema fechado, a massa total dos reagentes é igual à massa total dos produtos;
- Lei das proporções constantes– Toda substância apresenta uma proporção em massa constante na sua composição.
Além disso, a lei volumétrica de Gay-Lussac também nos fornece uma importante informação: se a pressão e a temperatura não mudarem, os volumes dos gases participantes de uma reação têm entre si uma relação de números inteiros e pequenos.Usa-se nos cálculos estequiométricos a relação mostrada abaixo:
1 mol ↔ 6. 1023 moléculas ou fórmulas unitárias ↔ massa molar em g/mol ↔ 22,4 L (nas CNTP*)
|
*Condições Normais de Temperatura e Pressão.
Vejamos um exemplo de cálculo estequiométrico em que se relacionará apenas quantidade de matéria (mols).
Exemplo:Qual a quantidade de matéria de álcool etílico, C2H6O(l), que deve reagir para fornecer 12 mols de gás carbônico? Considere esta uma reação de combustão completa.
Equação Balanceada:
C2H6O(l) + 3 O2(g) → 2CO2(g) + 3 H2O(v)
Observe que 1 mol de álcool produz 2 mols de gás carbônico, assim pode-se fazer uma regra de três simples para resolver o problema:
1 mol ------------------- 2 mols
x-------------------------12 mols
X=6 mols
Resposta: 6 mols de álcool etílico são necessários para gerar 12 mols de gás carbônico.
Lembre-se que é possível relacionar também massa, número de moléculas e volume molar. Porém, em todos esses casos é necessário seguir as seguintes regras fundamentais:

Regras fundamentais de qualquer cálculo estequiométrico.
Fonte: Brasil Escola
domingo, 17 de março de 2019
Qual café é mais saudável: instantâneo, bule ou expresso?
Boa tarde, galera!
Segue essa ótima matéria sobre o nosso sagrado cafezinho...
Café expresso, instantâneo e coado ou de bule, quais as diferenças e qual é mais saudável? Veja esta comparação feita por uma nutricionista sobre este bebida.
A maioria do povo brasileiro tem paixão pelo café, basta andar pelas ruas para encontrar vários lugares que servem essa bebida de gostinho meio amargo com um aroma que atrai os sentidos muitas vezes nos trazendo memórias e ajudando até o nosso cérebro a se concentrar.
E não é só o aroma e o sabor que o café tem de bom, o café previne diabetes tipo 2, evita o risco de doenças hepáticas e seus antioxidantes evitam o câncer e o envelhecimento precoce, mesmo assim é preciso moderação, para pessoas com gastrite, problemas de insônia e hipertensão a precaução deve ser ainda maior.
A melhor maneira de ter todos os benefícios do café é consumi-lo puro, sem açúcar e sem leite, porém essas propriedades não se encontram nas versões descafeinadas, pois muitos antioxidantes estão presentes na cafeína. Uma outra substância importante presente nos grãos de café é o ácido clorogênico (antioxidante que ajuda a controlar a glicemia) que tem sua maior concentração no café instantâneo.

Café coado (ou de bule) - É mais diluído na água e coado em filtro de papel ou coador de tecido. A água atinge a temperatura de 90ºC a 95ºC. São usados grãos tradicionais (tipo robusta) já moídos. A quantidade da cafeína neste tipo de preparo depende do tipo de pó e da quantidade de água para coar, especialistas dizem que se preparado respeitando as devidas proporções e respeitando o tempo de contato do pó com a água, o teor de cafeína poderá ficar entre 150 mg e 300 mg.
Café expresso - Tem mais densidade, seu sabor é mais forte e concentrado, forma uma espuma consistente devido a extração de uma máquina sob forte pressão, os grãos utilizados são especiais ( tipo arábica), é moído na hora antes da extração, a água atinge a temperatura de 90°C, o nível de cafeína varia entre 90 mg a 200 mg, podemos observar que os grãos da espécie arábica tem menos cafeína que a espécie robusta ( café coado), portanto o café expresso tem menor quantidade de cafeína que o café feito em casa.
Café instantâneo ou solúvel - Pode ser vendido em forma granulada ou em pó, seu preparo é mais prático pois basta acrescentar água quente filtrada, uma de suas vantagens é que se mantido em local seco e bem fechado tem um tempo de vida útil muito maior e preserva suas qualidades. Seu sabor é mais suave em comparação ao coado e ao expresso.
As diferenças nutricionais entre os três tipos são muito pequenas, contando mesmo a diferença no sabor, com moderação qualquer um dos três será saudável, porém é importante ressaltar que o café descafeinado é o único que pode fazer mal por conta das substâncias químicas que são usadas como solvente da cafeína. Estes componentes químicos presentes nos cafés descafeinados podem inclusive causar câncer, por isso consumam o expresso, coado, solúvel sempre com cafeína, com moderação para aproveitar os benefícios e o sabor delicioso dessa bebida apreciada e saudável.
Vai um cafezinho aí?
Até breve!
sábado, 16 de março de 2019
Por que a água é uma das coisas mais preciosas do Universo?
Boa tarde, galera!
Vídeo muito interessante falando sobre o bem mais precioso que temos. Não deixem de assistir.
Vídeo muito interessante falando sobre o bem mais precioso que temos. Não deixem de assistir.
Até breve!
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